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Polémica Explosiva na “1.ª Companhia”: Andrea Soares e Rodrigo Castelhano Defendem Revidar Agressões com Força

A manhã no quartel da “1.ª Companhia” ficou marcada por uma forte polémica depois de Andrea Soares e Rodrigo Castelhano terem partilhado opiniões controversas sobre violência física, no seguimento da expulsão de Vera na Casa dos Segredos 9, após a agressão a Dylan Fonte. O tema rapidamente dominou as conversas entre os recrutas e gerou reações intensas entre colegas e telespectadores.

Durante a troca de impressões, Andrea Soares admitiu que não excluiria uma reação física numa situação-limite, mesmo sabendo que poderia enfrentar consequências. A recruta afirmou que, se algum dia fosse expulsa por reagir fisicamente, assumiria o ato, ressalvando apenas que tentaria não causar danos graves. As suas palavras foram interpretadas por muitos como uma normalização preocupante da violência.

Mais incisivo foi Rodrigo Castelhano, que criticou abertamente a postura de Dylan Fonte no episódio que levou à expulsão de Vera. O manequim afirmou que, se estivesse no lugar do concorrente, teria respondido com violência, defendendo que a igualdade de género também se aplica à reação física. “Se queres bater, vais ter direito a apanhar”, afirmou, acrescentando que a ideia de que “homem não bate em mulher” deixa de fazer sentido quando é a mulher a iniciar a agressão.

A conversa tornou-se ainda mais tensa quando Noélia Pereira tentou apelar ao bom senso, lembrando Rodrigo do contexto em que se encontravam e da visibilidade das suas palavras. Apesar do alerta, o recruta manteve a sua posição, insistindo que a responsabilidade deve recair sobre quem inicia a agressão e criticando a mentalidade de que uma mulher pode bater num homem sem consequências.

As declarações de Andrea Soares e Rodrigo Castelhano não passaram despercebidas e estão a gerar forte debate nas redes sociais, com muitos a condenarem a banalização da violência e a sublinharem que nenhuma agressão física é justificável, independentemente do género. O episódio volta a colocar a “1.ª Companhia” no centro da controvérsia e reacende a discussão sobre igualdade, limites e responsabilidade em situações de conflito.

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