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Apelo emocionante de Flávio Furtado comove fãs: “Só precisa de uma oportunidade para viver”

Flávio Furtado voltou a usar a sua visibilidade pública para chamar a atenção para um caso que considera urgente e revoltante. O apresentador e comentador da TVI recorreu ao Instagram, esta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, para denunciar a situação de uma cadela alegadamente vítima de maus-tratos, encontrada por si em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, Açores. Indignado com a falta de desenvolvimentos, o rosto conhecido da televisão portuguesa fez um apelo direto às autoridades e à opinião pública para que o caso não seja esquecido.

A história remonta a agosto do ano passado, quando Flávio Furtado se deparou com o animal em condições que descreveu como chocantes. Na altura, apresentou queixa às autoridades locais e, segundo revelou, três pessoas terão sido identificadas como suspeitas do crime público de maus-tratos a animais. A cadela foi recolhida e encaminhada para o Canil Municipal de Angra do Heroísmo, onde permanece desde então, numa situação que o apresentador considera longe de estar resolvida.

Meses depois, Flávio Furtado regressa ao tema e garante que pouco ou nada mudou. Numa nova publicação, recordou o dia em que encontrou o animal e lamentou a ausência de informações claras sobre o processo. “Precisa de cuidados… e, acima de tudo, de uma oportunidade para viver”, escreveu, visivelmente emocionado. O comunicador denunciou ainda que só conseguiu ver a cadela uma única vez e que lhe tem sido negada qualquer possibilidade de contacto, acolhimento ou adoção, situação que classifica como desumana e injustificável.

Segundo explicou, a justificação dada pelas entidades responsáveis é que o animal só poderá sair do canil no final do processo judicial, que continua sem prazos nem esclarecimentos públicos. Perante o silêncio e a demora, Flávio Furtado teme o pior e alerta para o risco de a cadela acabar por “morrer esquecida” enquanto o caso se arrasta. Determinado em não deixar a situação cair no esquecimento, o apresentador apelou à mobilização coletiva e pressionou as autoridades locais a agirem com celeridade, defendendo que a proteção animal não pode ser tratada como mera burocracia.

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