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Tânia Ribas de Oliveira revoluciona ‘A Nossa Tarde’ e aproxima programa do público como nunca

Prestes a completar sete anos à frente das tardes da RTP1, Tânia Ribas de Oliveira recebeu uma nova “casa” televisiva. O formato “A Nossa Tarde” regressou com cenário, imagem e conteúdos totalmente renovados, abrindo caminho a várias novidades que vão sendo apresentadas nas próximas semanas. Durante uma conversa com a Boa Onda, a comunicadora de 49 anos explicou a inspiração por detrás desta atualização.

“As mudanças são sempre boas, principalmente quando já estamos num projeto há muito tempo, como é o caso. ‘A Nossa Tarde’ já completa 7 anos em abril, e, portanto, decidimos mudar o cenário, o estúdio, os conteúdos. As pessoas podem esperar mais proximidade, mais diretos, mais rubricas, mais conversas e conversas mais intimistas… E podem contar com alegria, a entrega e o carinho de sempre“.

Entre as alterações mais marcantes está a principal novidade das sextas-feiras: o programa passa a abandonar o estúdio e a viajar até diferentes zonas do país, levando o formato ao encontro do público. “O slogan do programa é ‘A Nossa Tarde’ é o seu lugar. Agora, à sexta-feira, passa a ser ‘A Nossa Tarde’ no seu lugar. Nesta primeira emissão [hoje] vamos estar em Arraiolos e depois vamos por aí fora seja ao Norte, ao Centro ou ao Sul. Vamos levar connosco uma figura pública e as pessoas da localidade podem fazer as perguntas que quiserem e é mesmo muito giro e especial.”, adiantou a apresentadora, entusiasmada com o novo conceito.

A profissional da RTP revelou ainda ter participado ativamente em todas as fases da transformação do formato, desde as ideias até à execução. “Faço sempre parte de tudo o que é relativo ao ‘A Nossa Tarde’. Dou várias ideias, fazemos várias reuniões, toda a gente participa, e depois chegamos a conclusões daquilo que resulta, melhor ou pior. Têm sido dias de muito trabalho.”, contou Tânia Ribas de Oliveira, garantindo a dedicação total ao projeto. A figura da televisão pública deixou claro o compromisso com o serviço público: “Não há serviço público sem público, por isso, preocupamo-nos com os números, mas temos de nos preocupar em não falhar a nossa linha e não pôr no ar aquilo que, às vezes, as pessoas querem consumir porque é fácil. Essa não é a nossa matriz.”

Durante a entrevista, a apresentadora recordou o percurso de quase uma década à frente das tardes da estação pública e falou com orgulho sobre o formato que continua a liderar: “Tenho sido mesmo muito feliz, sei que isto pode parecer um lugar-comum e ninguém na minha posição ia dar uma entrevista e dizer ‘Estou muito descontente, aquilo não presta para nada’. Sinto que estou a dizer aquilo que é suposto dizer, mas é mesmo a verdade. Sinto-me mesmo feliz a fazer ‘A Nossa Tarde’. É um programa feito completamente à minha medida e à minha imagem, onde eu posso ser exatamente aquilo que sou, o que é fundamental para mim, até porque não sei ser outra coisa.” A comunicadora comentou também a evolução do daytime televisivo e as opções da concorrência: “O daytime já não é o que era, mudou completamente as estruturas. Já nós continuamos a ter aquilo que achamos que a RTP deve dar às pessoas: leveza, informação, entretenimento, atualidade; e acho que cumprimos esse papel muito bem. Sinto que é um programa de puro serviço público. Hoje em dia, a Júlia [Pinheiro, SIC] tem um formato mais curto e diferente e o [Manuel Luís] Goucha tem um concurso [‘Intuição’, na TVI]. Nós acabamos por nem ter concorrência direta, em termos do estilo do programa.”

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