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Instrutor-chefe da 1ª Companhia não esconde tensão e atira sobre Rui Freitas e Filipe Delgado: “É um grupo difícil de controlar…”

A reta final da 1ª Companhia continua a dar que falar e, desta vez, foi o próprio instrutor-chefe a abrir o jogo. Rodrigo Joaquim, acompanhado por Paulo Andrade, esteve no programa Dois às 10, onde fez um balanço sincero da experiência militar vivida pelos concorrentes. Confrontado com a pergunta sobre quem terá sido o elemento mais difícil de gerir, o responsável foi direto: “Eles dão todos muito trabalho, em todos os aspetos. É um grupo difícil”, afirmou, deixando claro que a exigência foi transversal.

A conversa rapidamente se focou em Rui Freitas, apontado como um dos recrutas mais “respondões” no início da formação. Questionado por Cláudio Ramos sobre a dificuldade em controlar uma personalidade mais desafiante, o instrutor relativizou. Segundo Joaquim, é natural existir sempre alguém com perfil mais contestatário num grupo submetido a regras rígidas e pressão constante. “Há sempre alguém assim num grupo. Não é difícil”, garantiu, sublinhando que a disciplina faz parte do processo de crescimento.

Apesar da postura inicial, Rui Freitas acabou por merecer elogios públicos. O instrutor destacou a evolução do jovem ao longo das semanas, defendendo que uma chamada de atenção no momento certo pode ser determinante para moldar comportamentos e abrir horizontes. “É um jovem muito capaz, muito competente”, reforçou, dando conta de que a transformação foi visível dentro da base militar. Esta análise surge numa fase decisiva do programa, quando os finalistas disputam não só o prémio monetário, mas também o reconhecimento do público.

Já sobre Filipe Delgado, a personalidade irreverente voltou a estar em destaque. Cristina Ferreira lançou a provocação ao sugerir que nunca teriam encontrado alguém “igual ao Filipe”, mas Rodrigo Joaquim discordou. O instrutor recordou que o contexto militar já cruzou muitos perfis singulares, ainda que sem a exposição mediática proporcionada pela televisão. Entre disciplina, emoção e momentos virais, a “1ª Companhia” aproxima-se do fim com um grupo que, apesar de difícil, conquistou protagonismo.

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