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Alerta na ‘1ª Companhia’! Sara Santos entra em pânico com testes físicos e teme grave problema cardíaco

A manhã desta sexta-feira, 23 de janeiro, foi marcada por momentos de grande tensão na ‘1ª Companhia’, da TVI. Durante a avaliação dos testes físicos realizados aos recrutas, Sara Santos revelou-se visivelmente preocupada com os resultados obtidos e chegou mesmo a temer estar a sofrer um ataque cardíaco, situação que levou à intervenção imediata do comandante José Moutinho e da enfermeira Catarina.

Enquanto alguns colegas da ‘1ª Companhia’ atribuíram o nervosismo da ex-modelo a um perfil mais hipocondríaco, Sara Santos preferiu verbalizar os seus receios, deixando claro que não se sentia tranquila. “Estão-me a dar picadas no coração”, queixou-se, ao que o comandante respondeu prontamente: “Convém respirar”.

O pedido que revelou o medo

Apesar das tentativas de tranquilização, Sara Santos manteve-se apreensiva e questionou a validade da avaliação. “Não podemos fazer o teste à noite? Para ver se estou bem do coração”, pediu a concorrente da ‘1ª Companhia’, demonstrando receio quanto ao seu estado de saúde.

A enfermeira Catarina explicou, de imediato, que tal não seria possível: “O teste exige que tenham repouso”. Ainda assim, Sara insistiu: “Não sei se está, agora”, mostrando dificuldade em confiar nos resultados.

Perante a persistência da preocupação, Catarina foi assertiva: “Fui eu que avaliei as frequências cardíacas e estava tudo bem. É multifatorial”. A conversa envolveu também Soraia Sousa, que tentou perceber se o desconforto estaria relacionado com a noite mal dormida: “Tu também acordaste com os barulhos?”. Sara Santos respondeu de forma categórica: “Eu ouvi, mas não foi disso, eu não respirei mesmo”.

Perante o clima de ansiedade na ‘1ª Companhia’, o comandante José Moutinho decidiu explicar de forma detalhada os dados recolhidos. “A Sara no primeiro teste tinha 19 quando estava deitada e depois tinha 25, depois da recuperação, esta diferença é que foi grande. No primeiro teste, a Sara tinha 20 e depois 21. Agora, foi para pior”, enumerou, sublinhando a alteração nos valores.

Coube à enfermeira Catarina esclarecer a razão clínica por detrás dos números: “A recuperação foi feita de uma forma mais lenta e aquilo que me disse pode justificar, não estava a respirar tão bem. A recuperação é o tempo que o nosso corpo leva para voltar às mesmas pulsações em repouso, se não fez bem a respiração, o oxigénio não entrou de forma correta, por isso o coração teve de bombar mais, está tudo ligado”.

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