Isabel Figueira entra em desacordo com António Leal e Silva e lança farpa: A Catarina Miranda nem sabia com quem o Maycon se dava

O último adeus a Maycon Douglas acabou por gerar acusações de alegado “aproveitamento” nas redes sociais. Catarina Miranda, por exemplo, expressou a sua opinião e criticou quem esteve presente, nomeadamente ex-concorrentes de reality shows, como se de uma “passadeira vermelha” se tratasse, “à custa da fama”, e com o alegado motivo de “subir na vida”.
No programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta terça-feira, 13 de janeiro, António Leal e Silva partilhou a sua opinião e começou por explicar: “Eu não só compreendo como subscrevo, porque eu sou um defensor dessa teoria há muitos anos e sempre disse que as pessoas, quando são velórios ou funerais, devem-se remeter ao silêncio, devem ir de forma discreta e de preferência, se acharem que vão chamar muito a atenção, nem sequer devem estar presentes. O sentimento que nós nutrimos por alguém é uma coisa que é nossa, podemos deixar passar o acontecimento quando sabemos que é muito mediático e depois, mais tarde, teremos o nosso tempo de ir ter com a pessoa que amamos e que gostamos e estarmos com ela“.
“No funeral e nos velórios que normalmente há muita gente que transforma aquilo e há ali um aproveitamento de muita gente para aparecer e que ficam em bicos de pés e, muitas vezes, parece uma passadeira vermelha, porque vai toda a gente para lá desfilar modelitos, acontece muito. É como prestar declarações, é um horror. Não há nada mais feio que uma pessoa, à porta de um velório ou num funeral, prestar, não se diz“, acrescentou.
Em virtude do que disse, o comentador também esclareceu: “Que fique aqui bem claro, é a minha opinião, eu tenho o direito de a dar. Depois, eu respeito a posição e o posicionamento de toda a gente. Sejam livres, façam o que quiserem. Se eu gosto, não, não gosto“.
Por sua vez, Isabel Figueira defendeu o contrário: “Acho que há pessoas que nós não sabíamos, porque também o Maycon não era uma pessoa muito falada nos últimos tempos, não sabemos quem é que está próximo, quem é que não está. Vir também pessoas a público dizer que fazem disto um Carnaval, acho que também têm que ser um bocadinho pacatas com as palavras, têm que ser um bocadinho cuidadosas. Estou a referir-me à Catarina Miranda, que acho que devia ter sido mais cuidadosa com as palavras, até porque não sabe quem é que se dava com o Maycon ultimamente e quem é que não se dava“.
António Leal e Silva contrapôs e referiu que concordou com a opinião da ex-concorrente do Big Brother Verão: “Neste caso, talvez pela primeira vez na vida, concordo com a Catarina Miranda, que acho maravilhoso. Ela tem razão e não é o primeiro caso, não será o único, porque já houve casos em Portugal de pessoas conhecidas que faleceram e, obviamente, houve ali algum aproveitamento. Toda a gente sabe que a imprensa vai estar lá em peso e as pessoas sabem que, ao aparecerem, vão criar conteúdo, vão aparecer e vão para as revistas. O sentimento sente-se em privado“.
Neste sentido, Isabel Figueira deu resposta e realçou: “Olha eu prefiro, desculpa António, discordar contigo. Não quero sequer pensar nesse aproveitamento, numa altura tão triste e tão chocante“. António Leal e Silva indicou por fim: “Mas isso é outra visão. Então a menina o que faz, eu vou-lhe explicar: põe um ar discretíssimo, entra discretíssima e sai discretíssima. Não desfila na passarelle, a olhar para os fotógrafos que lá estão, e não dá entrevistas para as revistas“.






