Nacional

Clima De Guerra! Suzana Garcia E Cláudio Ramos Protagonizam Bate-Boca Acesa Em Direto

Cristina Ferreira e Cláudio Ramos receberam a advogada Suzana Garcia, o inspetor da Polícia Judiciária Vítor Marques e a Psicóloga Clínica Inês Balinha Carlos para a rubrica ‘Atualidade’ do programa ‘Dois às 10’, onde foram analisados alguns dos últimos casos de crime e investigações em curso.

A dada altura, quando ouvia Suzana Garcia a falar sobre os recentes vídeos de agressões entre jovens à porta de uma escola, Cláudio Ramos decidiu insurgir-se e acabou por entrar num bate-boca com a convidada.Depois de ouvir a advogada referir que, no vídeo visualizado, “não há racismo”, o apresentador interveio: “Está bem, mas não podemos dizer que não existe racismo. Existe”, deu conta.

Perante a observação, a advogada decidiu responder com alguma ironia e o apresentador voltou a pronunciar-se: “Não concordo nada consigo”, referiu. “Isso é um problema do Cláudio, sou eu que estou a falar e eu estou a falar do meu ponto de vista”, respondeu Suzana Garcia.

Cláudio Ramos não se ficou e mostrou o seu incómodo: “A Suzana não pode dizer do seu ponto de vista como advogada, uma pessoa aqui sentada, não pode dizer que não somos um país de racistas. Ai Suzana, desculpe, mas vivemos em realidades paralelas”, referiu.

“Eu estou-lhe a dizer que não somos. Não, não vivemos. Vivemos é na mesma realidade, em que tivemos como Primeiro-Ministro uma pessoa não caucasiana, em que tivemos uma Ministra da Justiça, uma pessoa não caucasiana”, contrapôs Suzana Garcia.

Num tom mais exaltado, Cláudio Ramos deu então um exemplo de um “ato de racismo” que “acontece no dia-a-dia” e recebeu resposta.

“Peço desculpa, mas não. Eu, se não sei o nome da pessoa e quero identificá-la no meio…Se estiver um branco no meio dos pretos, digo: “é aquele branco”. Qual é o seu problema? Mas, se estiverem muitos pretos e eu dizer “aquele branco”, você acha que é racismo? Mas se for ao contrário já é. É uma característica e acho que nós devemos ensinar os nosso filhos a amarem as suas características e não é nada depreciativo…”, referiu Suzana Garcia.

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo