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Coração partido! JD rejeita Mónica em a protegida e sem olhar para trás

Os dias começam agitadamente para Mariana, que continua inquieta com o desaparecimento de JD na novela “A Protegida”, da TVI. Ao cruzar-se com Gonçalo, a jovem procura novidades, mas ele admite não ter qualquer notícia do irmão, segundo a TV 7 Dias. A preocupação é mútua: ambos acreditam que o lutador não teria simplesmente fugido da sua vida, suspeitando que algo mais grave possa ter acontecido. Esse desabafo acaba por aproximá-los, partilhando um abraço silencioso que traduz a mesma angústia.

Pouco depois, Gonçalo mostra o desejo de ver a pequena Carlota, e Mariana acede de imediato, tentando manter algum equilíbrio no meio de tantas incertezas. No restaurante Flores, onde trabalha, recebe entretanto um casal que chega para jantar. Simpática, apresenta-se e conduz os clientes, mas fica intrigada quando a surfista comenta a existência de uma roulotte de praia que serve um hambúrguer com o mesmo nome do restaurante. A coincidência torna-se ainda mais inesperada quando o namorado é apresentado como Rodrigo — um nome que provoca em Mariana um sobressalto difícil de disfarçar. Rapidamente, tenta saber em que praia fica a roulotte, receosa de que esta casualidade seja afinal a pista que há tanto tempo procura.

Mais tarde em “A Protegida”, partilha as descobertas com Laura, que considera tudo demasiado vago para ser levado a sério. A mãe não entende porque continua a procurar respostas junto de JD, acreditando que quanto mais insistir, maior o risco de sofrer novamente. Mas Mariana mantém-se convicta: precisa de falar com ele frente a frente, mesmo sem saber como irá reagir quando o conseguir encontrar.

Sonhos fragmentados reacendem o passado desconhecido

Naquela noite, JD volta a ser arrastado pela memória incompleta que o persegue na novela “A Protegida”. Em mais um sonho inquietante, regressa à barragem do Caia — cenário de momentos felizes com Mariana, agora reduzidos a flashes irreconhecíveis. Os sons da água, a madeira húmida e as gargalhadas dela ecoam com nitidez, mas o rosto permanece oculto, como se a sua mente recusasse completar o quebra-cabeças.

A intensidade da recordação fá-lo agitar-se na cama da caravana, mergulhado num torpor entre a nostalgia e a aflição. É nesse estado vulnerável que Mónica o encontra em “A Protegida”. Vê-o contorcer-se, chama-o com suavidade, acredita que ele a está a ver a si e não ao fantasma do passado. A jovem aproxima-se, convencida de que o murmúrio “Só se quiseres…” é uma resposta ao seu carinho e, num impulso emocional, deita-se ao lado dele, desejosa de um momento de proximidade que há muito lhe falta.

Sem perceber que ele ainda não despertou, deixa que a paixão fale mais alto e envolve-o num beijo. JD chega a corresponder — não por vontade, mas pela confusão entre sonho e realidade. Porém, quando recupera a lucidez, tudo desmorona num segundo.

A ruptura definitiva: JD rejeita Mónica e decide partir

O despertar abrupto transforma o instante num choque. JD afasta Mónica com brusquidão, tomado por repulsa e desorientação. Ela, ferida e incompreendida, protesta, argumentando que ele também a estava a beijar. Mas JD, agora plenamente consciente, afirma que tudo não passou de uma reação involuntária enquanto dormia. Atordoado e a sentir a fronteira entre passado e presente a desmoronar, começa a vestir-se e a arrumar as suas coisas, decidido a sair

Seguem-se momentos tensos na novela “A Protegida”, em que Mónica tenta recuperar alguma razão no meio do impulso que a levou àquele gesto. Mas JD, profundamente abalado, admite aquilo que vinha escondendo de si próprio: por mais que tente, não consegue apaixonar-se por ela. Percebe que a relação está assente numa história que desconhece, numa memória que perdeu e numa pressão emocional que não sabe corresponder. A única citação mantida resume o desfecho do conflito: “Não vale a pena insistir… Não consigo corresponder às tuas expectativas.”

A confissão cai como um golpe, deixando Mónica devastada. Ainda tenta segurá-lo, recorda o que viveram antes do acidente, mas JD admite que não sente esse passado — apenas o ouve contado há dois anos, como se fosse a vida de outra pessoa. Sem conseguir suportar mais a culpa, dá o passo decisivo: pede espaço, afasta-se da caravana e abandona Mónica à beira do colapso emocional.

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