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Destino ou coincidência? Rui Freitas revela o momento inesperado que o levou à 1ª Companhia

Maria Botelho Moniz visitou novamente o quartel da ‘1ª Companhia’ e voltou a proporcionar momentos de grande intimidade. Desta vez, o destaque foi para Rui Freitas, um dos recrutas mais elogiados nas avaliações e que tem mostrado uma evolução consistente ao longo das semanas.

Num frente a frente marcado pela sinceridade, o músico revisitou o percurso desde o primeiro dia e explicou o que o levou a aceitar um desafio que, à partida, parecia contrariar o momento pessoal que atravessava.

“Queria uma vida mais discreta”

Ao recordar o “rapaz cheio de estilo” que entrou no programa, Rui assumiu que nunca foi de fazer grandes planos a longo prazo, preferindo deixar que a vida siga o seu curso natural.

Contudo, revelou que, antes de integrar a experiência, vivia uma fase em que procurava precisamente o oposto da exposição pública. “A minha vida pessoal tentava ter uma vida mais discreta… O meu projeto estava a crescer… Mas eu, na minha vida pessoal, queria ter uma vida mais discreta”, explicou.

A coincidência que mudou tudo

Se a intenção era manter-se afastado dos holofotes, o destino pareceu ter outros planos. Rui Freitas partilhou uma coincidência que descreveu como quase inacreditável.

“Na noite anterior de me surgir o convite para cá, eu estava a ter uma conversa, por acaso, com o meu cunhado, que foi militar, foi comandos, e estávamos a beber um copo de vinho e estava a falar exatamente isso”, recordou.

O tema da conversa era um antigo arrependimento. “Uma das coisas que, se olhar para trás, gostava de ter feito e que não fiz, foi ter uma vida militar”, confessou.

No dia seguinte, recebeu o convite da produção da ‘1ª Companhia’. “Foi mesmo naquela noite em que recebo o convite. Não havia como dizer que não”, afirmou, encarando a proposta como um sinal claro de que era o momento certo.

O receio das câmaras e a adaptação ao grupo

Já dentro da base da ‘1ª Companhia’, a realidade mostrou-se mais desafiante do que o imaginado. O desejo de privacidade chocou com a constante presença das câmaras.

“O facto das câmaras sempre me deixou muito receoso e quieto no meu canto, isso não foi um bloco muito positivo para mim”, admitiu, explicando que, fora dali, quando não se sente bem, opta por isolar-se — algo impossível num ambiente de convivência permanente. “Ali não é possível, temos de conviver”, reconheceu.

A pressão das nomeações sucessivas também marcou o percurso, mas acabou por funcionar como combustível. “Senti mesmo muita dificuldade, início, depois o estar nomeado constantemente, aí também me trouxe muita força”, partilhou.

“Foste saindo cada vez mais da casca”

Durante a conversa, Maria Botelho Moniz destacou a transformação evidente do recruta da ‘1ª Companhia’, sublinhando que passou de alguém excessivamente preocupado com as câmaras para um elemento fundamental na dinâmica do grupo.

“Sinto que a tua caminhada é em crescendo… foste saindo cada vez mais da casca, e tem sido bom te conhecer”, afirmou a apresentadora.

Rui concordou que as adversidades o fortaleceram e que a experiência lhe trouxe a disciplina que sentia faltar. O sonho antigo de viver algo ligado à vida militar pode não ter seguido os moldes tradicionais, mas encontrou, na ‘1ª Companhia’, uma forma inesperada de se concretizar.

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