Francisco Monteiro denuncia “grupos organizados” e alerta para prejuízos de milhares de euros: “É grave o que se está a passar”

Francisco Monteiro, ex-concorrente e comentador de reality shows, quebrou o silêncio sobre o motivo que o tem mantido afastado das redes sociais. Numa partilha inesperada, o comentador revelou estar a ser alvo de ataques organizados que têm afetado diretamente o seu trabalho, a sua presença digital e até a sua estabilidade financeira. A revelação gerou preocupação entre os fãs, que já haviam notado o desaparecimento súbito e intermitente das suas publicações.
Segundo Francisco, sempre que tenta retomar a normalidade e publicar conteúdos, enfrenta uma ofensiva coordenada. O ex-concorrente explica que existem grupos no X (antigo Twitter) que se juntam para denunciar em massa as suas contas, utilizando inclusive dinheiro próprio para financiar este tipo de sabotagem digital. “Fazem uma vaquinha para suspender as minhas redes”, relatou, descrevendo um cenário de perseguição organizada que ultrapassa o mero “hate” habitual das redes sociais.
As consequências destas ações têm sido pesadas. Francisco revelou que está sem acesso à sua conta principal há quase um mês, e a conta secundária também enfrenta constantes suspensões, mesmo quando quase não tem atividade. A instabilidade digital prejudica contratos, visibilidade e parcerias, levando a perdas financeiras significativas. “Tudo isto implica milhares de euros perdidos”, desabafou, deixando claro que a situação já transcendeu o desconforto emocional para atingir a sua vida profissional de forma direta e grave.
Num tom de frustração, Francisco Monteiro criticou ainda a falta de apoio das plataformas responsáveis. Apontou a inação da Meta — empresa responsável pelo Instagram e Facebook — e lamentou não ter qualquer meio eficaz para travar este ciclo de denúncias abusivas. “Que soluções tenho? Absolutamente nenhuma”, concluiu. A denúncia reacende o debate sobre a vulnerabilidade das figuras públicas às campanhas de denúncias em massa e sobre a necessidade urgente de mecanismos mais eficazes de proteção contra ataques coordenados no ambiente digital.







