Emocionante! Soraia Sousa Recebe a Mais Alta Distinção da 1ª Companhia e Chora de Alegria

A emissão especial da ‘1ª Companhia’ desta sexta-feira ficou marcada por momentos de grande intensidade emocional. O Comandante José Moutinho decidiu distinguir vários recrutas pelo desempenho ao longo da recruta, numa cerimónia solene que surpreendeu concorrentes e público.
Entre lágrimas, aplausos e palavras de reconhecimento, Soraia Sousa, Rui Freitas e Filipe Delgado foram chamados à frente da formatura para receber medalhas que assinalam o mérito demonstrado nas diferentes vertentes do programa.
Soraia Sousa distinguida com a mais alta condecoração
Soraia Sousa não conseguiu conter a emoção ao ouvir o seu nome ser anunciado pelo Comandante. A recruta da ‘1ª Companhia’ acabou por ficar “lavada em lágrimas” depois de ver reconhecido o esforço constante desde o primeiro dia.
“O recruta Soraia Sousa vai também ser distinguida com a medalha de Valor Militar”, anunciou José Moutinho, sublinhando que esta distinção se junta à medalha de Mérito Militar já anteriormente atribuída.
O responsável justificou a escolha com palavras firmes: Soraia foi descrita como “a recruta que desde o primeiro dia se tem aplicado em tudo da melhor maneira e da melhor forma”.
José Moutinho destacou ainda as “capacidades físicas, dedicação, espírito de sacrifício” demonstrados ao longo da recruta. “É com muito orgulho que a distinguimos com esta medalha, a mais alta condecoração da ‘1ª Companhia’”, rematou, deixando a jovem visivelmente comovida.
Rui Freitas premiado pelo desempenho global
Também Rui Freitas foi surpreendido durante o “Especial”. O Comandante decidiu entregar-lhe a medalha de Mérito e Valor Militar, sublinhando o seu desempenho consistente em todas as áreas.
José Moutinho foi perentório ao explicar o significado da distinção: “A medalha de Valor Militar é a mais alta condecoração da 1.ª Companhia e visa o instruendo ou instruendos que, durante a recruta, mais se distinguiram.”
No caso de Rui Freitas, o destaque foi transversal. “Quer nas provas técnicas, culturais, quer nas provas físicas, quer no seu mérito militar. Como tal, é digno desta medalha”, justificou o Comandante no momento da entrega.
A cerimónia decorreu num ambiente solene, com o recruta a receber a distinção sob aplausos dos colegas.
Filipe Delgado exaltado pelo espírito e entrega
Depois de um treino físico particularmente exigente, com quase três horas de duração, Filipe Delgado foi igualmente chamado à frente para uma surpresa que ninguém antecipava.
O cantor foi condecorado com a medalha de Mérito Cultural e Artístico, numa homenagem ao papel que tem desempenhado dentro do grupo.
“Desde o primeiro dia… foi o recruta que mais se distinguiu nas atividades culturais e artísticas, com o seu espírito, a sua entrega, as suas piadas”, afirmou José Moutinho.
O Comandante sublinhou ainda que Filipe foi determinante para manter a moral elevada: “Fez com que a moral da ‘1ª Companhia’ e de todas as pessoas que assistem connosco fosse o mais alto e o mais divertido possível.” O seu contributo foi considerado “inestimável para o bem-estar”.
O momento acabou por comover também Maria Botelho Moniz, que se mostrou emocionada durante a homenagem.
“É com muito orgulho que vou fazer a entrega desta medalha porque, a associar às suas qualidades artísticas e culturais, tem o seu mérito militar”, concluiu o Comandante.
Lista de compras gera pedidos inesperados
Já este sábado, num registo mais descontraído, Soraia Sousa e Filipe Delgado ficaram responsáveis por escrever a lista de compras da semana na base.
Entre sugestões pouco convencionais, o cantor lançou a ideia de um “baile de máscaras”, aproveitando a proximidade do Carnaval.
Recordando que o programa se aproxima do fim, Filipe deixou ainda um pedido especial: “Tens de reforçar aqui outra coisa. Se não for um jantar, que seja, pelo menos, ignorar o óbvio. Que venha o Cláudio Ramos, a Cristina Ferreira, a Maria Botelho Moniz e o Manuel Luís Goucha.”
Referiu também que gostaria de contar com a presença de Marta Cardoso e Mónica Jardim, embora reconhecendo que “não dá para todos”.







