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Marco Costa abre o coração: revela como sobrevive como pai solteiro e enfrenta as saudades da filha

O pai e a mãe têm uma relação de amizade incrível. Estamos em sintonia, mantemos as mesmas rotinas. Tenho a certeza que o que se faz aqui em casa faz-se na casa da mãe porque somos uma equipa. Só não somos um casal, mas somos uma equipa e queremos sempre o melhor para os meninos. O mais importante é o bem-estar da menina. As regras que há aqui, há lá. Não há nada pior do que uma criança crescer em casas separadas com regras diferentes.

Quando ela não está consigo, como é que se sente?

É normal, sinto-me mais sozinho. Mas faz parte. Se eu estiver em casa e souber que a tenho que ir buscar, já fico a sentir-me sozinho porque fico a contar as horas para a ir buscar. Imagina sabendo que não a vou buscar. É normal, sente-se o vazio.

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