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Mostra o lado mais familiar e revela tradição com marijuana: “Fuma quem quer, ninguém é obrigado”

Ao fim de meses intensos de trabalho, Toy aproveita esta fase do ano para acalmar, desfrutar da família e começar a entrar no espírito de Natal. Em conversa com a NOVA GENTE, o músico conta como tudo é vivido com entusiasmo por todos os que o rodeiam. “Vibramos todos muito com o Natal. Na verdade, é a única noite em que estamos efetivamente todos juntos. Somos mais de 20. Somos nós, os meus filhos, a minha neta, a minha irmã, os meus sobrinhos… Sabemos que cada um tem a sua vida, depois há uns que se casam ou se separaram e têm filhos, têm que se dividir… Mas, na noite de Natal, estamos todos em minha casa. Desde o meu divórcio que os meus filhos passam comigo o 24”, conta, entusiasmado, referindo-se a Leandro, de 41 anos, e a Lara, de 33. A eles junta-se Beatriz, de 23 anos, filha da atual companheira, Daniela Correia.

“Somos todos muito próximos e passamos uma noite muito boa. Amo os meus três filhos de igual modo, amo estar com todos, mas o Leandro e a Lara não gostam de aparecer publicamente e eu respeito isso. Há pessoas que dizem que eu só gosto da minha… [Toy recusa dizer a palavra enteada] eu detesto esse adjetivo. Dizem que eu só gosto da minha filha mais nova. É um disparate. Ela é a mais parecida comigo, porque gosta deste mundo do espetáculo. As pessoas tiram ilações sem saberem exatamente o que se passa na vida de cada um. A verdade é que os adoro a todos e à minha neta também. E eles também gostam muito de mim e eu fico muito feliz com isso”, esclarece o cantor, de 62 anos

Por isso, a Consoada não podia ser mais animada e com melhor ambiente. “É maravilhoso porque comemos, brincamos, cantamos… Os meus filhos têm todos muita musicalidade, a minha sobrinha Lorena também, e a noite de Natal é uma animação lá em casa. É uma festa muito completa. Falta lá é o meu pai, que também tocava violino”, partilha, assumindo que a alegria da época se mistura com alguma nostalgia: “Eu costumo dizer, morre e está vivo quem nós queremos. Há pessoas que continuam vivas porque nos lembramos delas e falamos delas. Ou seja, mantemo-las vivas no nosso coração e nos nossos convívios. Depois há outras pessoas que ainda comem, bebem e respiram, mas que já não existem para nós, porque não são pessoas de bem”.

Além de haver muita música, existe outra tradição que se mantém na Consoada da família: fumar marijuana. “É isso mesmo. Mas fuma quem quer, aí não é toda a gente que participa. As minhas filhas não fumam, eu e o meu filho damos umas passas, e a minha mulher e a minha sogra também”, conta, deixando uma ressalva para quem o critica: “Já fui criticado por assumir isto, mas as pessoas têm que perceber que é uma noite excecional. Nessa noite, também bebemos, e isso não quer dizer que andemos todos os dias bêbedos. Ou seja, aproveitamos bem a noite de Natal. Bebemos um copinho a mais, fumamos e ficamos muito divertidos”.

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