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Valter Carvalho ‘dispara’ contra Noélia Pereira após expulsão da “1.ª Companhia”: “Foi tudo menos verdadeira…”

Valter Carvalho já quebrou o silêncio depois de se tornar o primeiro concorrente expulso da “1.ª Companhia”, reality show militar da TVI apresentado por Maria Botelho Moniz. À saída da base, o modelo e DJ falou abertamente sobre a sua experiência no programa e não escondeu a desilusão por ter abandonado a competição ao fim de poucos dias.

Em declarações à TVI, Valter começou por lamentar a curta permanência no formato. “Foi curta”, afirmou, garantindo que não sente que tenha falhado enquanto recruta. Pelo contrário, o ex-concorrente mostrou-se confiante no seu desempenho, sobretudo nas provas físicas: “Da minha parte não falhou nada, muito pelo contrário, fui excelente pelas provas físicas”. Ainda assim, considera que não teve tempo suficiente para demonstrar todas as suas capacidades dentro da base.

O DJ deixou também críticas ao processo de votação, sugerindo que o seu destino poderia ter sido diferente caso tivesse permanecido mais tempo no jogo. “Acho que foi efetivamente pouco tempo para mostrar mais capacidades. Faltou o povo votar”, atirou, mostrando alguma frustração com a decisão do público que ditou a sua saída precoce.

Questionado sobre qual dos colegas expulsaria se tivesse essa oportunidade, Valter Carvalho foi direto e não deixou margem para dúvidas. “A Noélia, sem dúvida, diretamente”, respondeu, apontando Noélia Pereira como o principal alvo das suas críticas. Uma posição que não surpreendeu os seguidores do programa, tendo em conta os atritos visíveis entre ambos nos primeiros dias da competição.

As críticas à recruta algarvia foram duras e incisivas. “Para já é fraca, não faz as coisas como deve ser e depois, como pessoa, na minha opinião é fraca também”, afirmou Valter, acrescentando ainda que Noélia não se integrou no grupo. “Não conseguimos enquadrar, aliás, não enquadra com ninguém no grupo”, rematou. As declarações prometem continuar a dar que falar e a agitar os bastidores da “1.ª Companhia”, mesmo após a sua expulsão.

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