Exemplo nacional! Voluntários de empresa de Coimbra avançam para a reconstrução em Leiria

O comandante nacional da Proteção Civil alertou hoje para o elevado número de hospitalizações e ferimentos em trabalhos de reparação de telhados e recomendou medidas de proteção como o uso de uma corda para evitar quedas em altura.
O comandante nacional deixou ainda alertas e recomendações para a circulação rodoviária, apelando a que não se atravessem zonas inundadas, lençóis de água ou túneis.
Apelou ainda a que, em caso de necessidade de deixar a habitação, se leve apenas o essencial, nomeadamente medicamentos.
Mário Silvestre pediu ainda aos cidadãos que se afastem das linhas de água e que não se dirijam para margens de rios ou para a orla costeira para fotografar ou filmar a subida das águas ou a agitação marítima.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.







